#Nascimento – Rosa

Ontem eu conheci uma canção chamada ‘Derecho de Nacimiento’, uma música escrita por uma cantora mexicana chamada Natalia Lafourcade. Há alguns dias escuto essa cantora sem parar e desde ontem escuto essa canção em looping. A canção fez parte de um movimento chamado #musicosconyosoy132, em apoio a um movimento estudantil que aconteceu no México em 2012. Não vou dar detalhes do movimento, mas é uma daquelas canções que precisam ser ouvidas e sentidas para percebemos que não estamos sozinhos na busca de um mundo melhor.

E assim é o nascimento de Rosinha. Fruto (acho essa palavra meio bíblica, mas vai lá…) de um casal fodão, militante, daqueles que você tem orgulho de ser amiga, que fazem diferença no mundo, no trabalho e que lutam por justiça e igualdade social. Orgulho e amor definem!

E se eu acho que fotografar parto é uma das coisas mais emocionantes do mundo, fotografar nascimento do povo que você ama é mais ainda. Lembro quando eu e Rodolfo saimos da sala de cirurgia pra acompanhar Rosinha, eu naquela tensão de fotografar tudo, sequer tinha pensado como amiga (é o misto da responsabilidade com a emoção), quando de repente olhei pra ele e pensei que Rosinha tinha nascido. A gente se abraçou e soluçamos de chorar.

Saber que essas fotos contam um história, que fizeram diferença pra Mari que viu seu sonho de ter um parto normal adiado por uma falta de evolução do trabalho de parto e que chegou a pensar que nem adiantava ter mais as fotos (quem se identifica com as expectativas e frustrações nessa primeira etapa da maternidade levanta a mão!) fazem toda a diferença pra mim. O objetivo do meu trabalho é contar uma história, principalmente aquela que você não viu, não lembra ou não queria saber até ver as fotos e enxergar beleza nelas. Não é estética, não é só estética, é memória, é sentimento, é amor.

E nada do que eu fale aqui vai ser o suficiente pra mensurar a quantidade de coisas pra eu desejo pra essa pequena, pra esse casal…o mudno tem que ser melhor pra ela crescer feliz e com todos seus direitos garantidos.

ps: felizmente eu tenho esses meus sobrinhos tortos pra fotografar os nascimentos, casa de ferreiro e espeto de pau. Tenho 3 sobrinhos e não fotografei o nascimento de nenhum! Frustração define!

ps2: dá o play e vê as fotos!

Voy a crear un canto para poder existir.

Para mover la tierra, a los hombres y sobrevivir.

Para curar mi corazón y a la mente dejarla fluir.

Para el espíritu elevar y dejarlo llegar al fin.

Yo no nací sin causa Yo no nací sin fe

Mi corazón pega fuerte para gritar a los que no sienten

Y así perseguir a la felicidad.

Voy a crear un canto para al cielo respetar

Para mover las raices de este campo y hacerlo brotar

Para mover las aguas el veneno verde que hay por ahí.

Para el espíritu elevara y dejarlo vivir en paz.

Yo no nací sin causa. Yo no nací sin fe

Mi corazón pega fuerte para gritar a los que nos mienten

Y así perseguir a la felicidad , y así perseguir a la felicidad.

Que es un derecho de nacimiento.

Es el motor de nuestro movimiento.

Porque reclamo libertad de pensamiento.

Si no lo pido es porque me estoy muriendo.

Es un derecho de nacimiento.

Comer los frutos que dejan los sueños.

Es una sola voz un sentimiento.

Y que este grito limpie nuestro viento.

Voy a crear un canto para poder exigir.

Que no le quiten a los pobres lo que tanto les costo conseguir.

Para que el oro robado no aplaste nuestro por venir.

Y a los que tienen de sobra no les cueste tanto repartir.

Voy a elevar mi canto para poder despertar.

A los que van dormidos por la vida sin querer mirar.

Para que el río no lleve sangre lleve flores y el mal sanar.

Para el espíritu elevar y dejarlo vivir en paz.

Yo no nací sin causa Yo no nací sin fe

Mi corazón pega fuerte para gritar a los que no sienten

Y así perseguir a la felicidad

Que es un derecho de Nacimiento…

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Ensaio – Tereza, Jorge & Antônio

Sou suspeita pra falar de qualquer foto que eu faça dessa família. E uma das coisas que mais sinto falta desde que eles foram embora (além da presença deles, claro) é fotografá-los com frequência.

Os dois primeiros anos de Tom Tom estão registrados com muito amor, cuidado e de forma completa. Acho que não houve nada na pequena grande vida dele que eu não tenha fotografado.

Fico pensando o que ele vai sentir quando olhar essas fotos e entender o que elas representam. Um dia quando ele estava na minha casa, eu comecei a colocar algumas fotos dele quando era bem pequeno e fiquei perguntando que era aquele bebê. Era engraçado ele olhar pras fotos sorrir e ficar admirando enquanto a gente dizia que era o Tom Tom tomando banho, pequenininho… Foi diferente dele olhar pro celular, ver um vídeo dele e dizer que era o Tom Tom. Era um outro olhar…

É difícil eu tirar o olho dele enquanto eu fotografo, tem mais foto dessas carinhas dele do que qualquer outra coisa (assim como é quando fotografo qualquer outra família e criança) mas minha missão aqui é mais do que registrar esse momento da família, é trazer essa memória pra Antônio quando ele for mais velho. É contar a história da sua vida pras esses períodos que não seguramos a memória e para os outros também.

Quero que Antônio veja essas fotos e pense que foi mais um dia feliz no parque com os pais e que sua tia não aparece nas fotos porque está sempre tentando contar a história dele, a história desses 2 anos que ele morou em Brasília, do seu desenvolvimento e, principalmente, de suas origens.

A gente acha que a fotografia é só para os momentos especiais mas especial mesmo é viver a vida, é um sorriso, uma brincadeira, um dia qualquer no parque com os pais, até mesmo um choro após cair do brinquedo…e esse foi mais um dia comum e especial. Especial pra gente que retribui significados, foi a despedida dessa família em Brasília, mas pra Antônio foi só mais um dia no parque…futuramente saberemos qual significado ele vai dar a esse dia. Espero que ele fique feliz com essas fotos (e com tantas outras que fiz) como sou feliz com minha foto preferida que meu tio fez e que fala tanto sobre mim.

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# Nascimento – Ana Sophia

Não sei o que acontece na minha vida de fotógrafa de parto que todos os momentos que antecedem o nascimento da criança são de extrema ansiedade e agonia. Sempre é um ‘será que vai dar tempo?’ ‘será que vou estar em outro trabalho?’ que não tem mais fim. Felizmente todos os partos que eu fui chamada para fotografar deram certo, brinco que sou a encantadora de bebês pois eles sempre me esperam para a hora mágica, mesmo aqueles que tudo indicava que não ia acontecer, como foi o caso desse nascimento. Ana Sophia foi muito, muito mas muito boazinha comigo.

Eu ia passar cinco dias em Recife e quando vou passar ‘pouco’ tempo, acabo nem levando meu equipamento completo. Mas eis que na semana que eu ia estar lá, seria a semana que Ana Sophia ia nascer. O prazo dela na barriga da mãe estava se esgotando e se o trabalho de parto não ocorresse de forma natural, a indução ou a cesária seriam as soluções. Lívia, minha prima, disse que ela nasceria até o dia 30 e eu que estava com passagem pra voltar justamente nesse dia, mudei pra voltar no dia 01, pois assim garantiria de todas as formas que eu registrasse esse nascimento.

Um dia antes de eu ir pra Recife, uma querida cliente me manda uma mensagem pra pedir indicação de fotógrafa de festa infantil mas antes de pedir a indicação pergunta se por milagre eu não estaria em Recife, que queria muito que eu fotografasse o aniversário de Dudu (eu fotografei ele na barriga da mãe) e tudo mais. Nem cheguei a ler o resto da mensagem, liguei pra ela na hora e foi aquela euforia. E eu, além de ir passar uns dias na cidade, ainda ia registrar momentos incríveis de pessoas especiais.

Mas eu não contava que tendo até o dia 30 pra registrar o nascimento de Ana Sophia, ela ia escolher nascer exatamente no dia do aniversário de Dudu. Essa coisa chamada Lei de Murphy realmente existe! Quando eu estava embarcando recebi uma mensagem de Lívia, minha prima, falando que tava entrando em trabalho de parto. Na mesma hora já pensei que a probabilidade de registrar os dois era mínima, sei que trabalhos de parto demoram, mas tendo ele começado no inicio da manhã, sendo o aniversário no meio da tarde e ainda durando 4 horas era bem pouco provável que eu conseguisse.

Sugeri a ela que eu pelo menos registrasse esse inicio do trabalho de parto pois esse clima do dia, da espera, das pessoas ao redor é muito bacana de ser lembrado. Saí do aeroporto direto pro hospital e de lá direto para o aniversário. Quando saí do hospital Lívia estava com 5cm de dilatação e por mais que o tempo no trabalho de parto seja relativo, pensei que daqui a 4 horas Ana Sophia já teria chegado ao mundo.

Uma hora e meia depois de eu ter saído do hospital, a médica de Lívia, nossa querida amiga Cacá me manda uma mensagem dizendo que o trabalho de parto estava evoluindo muito rápido e que Lívia já estava com 9cm de dilatação. Dei como perdido o registro exato do nascimento pois eu ainda tinha que fotografar por mais 2 horas e meia. Claro que não ia dá tempo!

Foco nas risadas maravilhosas de Dudu, na criançada doida com o teatrinho, pula-pula e etc e pensei que mesmo que eu não registrasse o período da expulsão, assim que eu saísse do aniversário iria pro hospital pra fazer as fotos delas no quarto, desse momento bacana que é o encontro dessas vidas.

Acabado o aniversário fui pro hospital e recebo uma mensagem de uma prima minha dizendo que tinha acabado de falar com minha tia e que Ana Sophia ainda não tinha nascido. Fiquei alucinada, quase pedindo pro homem do uber voar e literalmente cheguei no hospital correndo, rezando pra que ela esperasse eu chegar. Receber essa informação foi extremamente importante para que eu mudasse a energia, senão teria andado normalmente por aqueles corredores e realmente não daria tempo.

Os avós de Ana Sophia (e dentre eles meus tios) estavam todos lá esperando a chegada dela e ninguém acreditou quando eu entrei no quarto. Fui correndo, esbaforida colocar a roupa pra entrar na sala de cirurgia (a essa altura já tinha mudado de lugar porque Lívia recebeu analgesia) e outra grande surpresa quando entrei na sala. Ninguém acreditava que Ana Sophia não tinha nascido e que eu consegui voltar a tempo. 2 minutos depois que entrei na sala ela veio ao mundo! Imagina minha emoção! Por tantos motivos eu tinha lágrimas no meu rosto: por ser a filha de um casal querido e da minha prima que eu amo tanto; por ser um nascimento, um das coisas mais incríveis de se vivenciar e fotografar na vida; por ter corrido tanto, ter desejado tanto que desse certo e ter dado tempo; e principalmente, por deixar registrado essa parte tão importante da vida deles.

Lívia, André e Ana Sophia, nem preciso repetir o quanto eu agradeço por esse momento. Registrar, e principalmente, estar presente nessas horas importante das pessoas que amo é uma grande felicidade pra mim. Quantos da família não desejariam ter vivenciando esse momento? Sou mesmo uma privilegiada. Obrigada! Que Ana Sophia cresça com muita saúde, porque amor sei que tem de sobra. <3

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# Ensaio – Lívia, André & Ana Sophia

Sou suspeita pra falar desse ensaio, além de um amor imenso por esse casal (e pela pequena que já veio ao mundo) foi feito em um dos lugares que mais amo na face da terra, Pontal da Ilha. Lívia é minha prima e aqui são tantos anos de caminhada que a gente fica até sem palavras. E deixar registrado esse momento de pessoas tão especiais como eles, é pra mim, um grande presente.  Tenho mais coisa pra falar mas vou deixar pro próximo post: o nascimento de Ana Sophia.

ps: deu muita saudade desse dia, ainda mais com esse marzão bonito.

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# Ensaio – Marina, Túlio e Nino

Se tem uma coisa que eu amo e odeio ao mesmo tempo é fotografar amigo. Oh negócio bom e oh negócio ruim! Hahahaha! Eu sou muito apegada aos meus amigos e faço muita questão de tê-los sempre por perto. Infelizmente essa vida corrida deixa tudo mais difícil, mas sou daquelas que faz tremendo esforço por esses momentos.

Quando vou fotografar amigos já me sinto feliz pelo simples fato de poder passar esse tempo com eles e também por eternizar os momentos incríveis e felizes da vida. Mas o pensamento de ‘e se eles não gostarem?’ é constante.

O dia de Marina, Túlio e Nino foi um desses dias gostosos em que você passeia pelo bairro, conversa, fala da vizinhança, troca ideia sobre a vida, toma cafézinho, brinca com o cachorro e faz fotos. Eita, foi um dia de fotos né! E felizmente eles gostaram das fotos! Hahahaha! Ainda bem, porque eu olho pra essas fotos e consigo enxergar eles verdadeiramente, não sei se teria conseguido fazer diferente.

Queridos, aproveito que hoje é o aniversário de Túlio pra desejar ainda mais coisas boas com a chegada desse guri. Que ele venha com muita saúde e que traga ainda mais amor e alegria pra essa casa que é puro aconchego! <3

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# Recém – Nascido – Arthur

Muita gente me pergunta se eu faço ensaio de de recém- nascido e eu é algo que eu adoro fazer (toda vez falo isso né?! ‘festa infantil? ADORO!’ – ‘Parto? ADORO! – ‘Fotografar família? Adoro!’ Eu amo meu trabalho!), mas algumas pessoas querem aqueles ensaios do bebê nas posições fofinhas e outras gostam do registro da vida como ela é. E é esse que eu faço.

A chegada do bebê, a mudança da estrutura física da casa, a rotina, o banho, todos esses momentos passam rápido e é muito bacana deixar registrado.

Fotografei Arthur quando ainda tava na barriga da mãe e logo depois que ele nasceu marcamos as fotos. Aproveitamos que parte dos avós vieram pra Brasília (Brasília, gente! Terra de um monte de gente de fora!) pra conhecê-lo e fizemos as fotos desse momento especial.

Durante alguns meses, até o primeiro ano de Arthur, fizemos esse tipo de registro. E foi muito muito bacana, pois cada vez que eu ia fazer essas fotos, Arthur já estava completamente diferente. Uma delícia ter essa percepção a partir das fotos. Depois eu mostro as outras, por agora, as fotos de Arthur bebê com essa família incrível que eu adoro.

Arthur, Mary e Gabriel <3

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# Nascimento – Joaquim

Marina já estava com a gestação avançada quando se comunicou comigo pra fotografar o nascimento de Joaquim. Não conseguimos nem nos conhecer pessoalmente antes do dia D porque não deu tempo.

Eu adoro fotografar nascimentos, mas por ter um horário de trabalho fechado sempre fico com um certo receio, afinal, a criança vem quando ela quer né gente. Mas eu tenho um santo forte, não ando só e minha mandiga é braba! Fotografei somente 5 partos mas em todos eles o pensamento positivo de não chocar com outros trabalhos meus forma tão fortes que deram certo. Mesmo que eu tenha virado madrugada, que não tenha dormido, mesmo que várias situações.

No caso de Marina não foi diferente. Nesse período eu trabalhava no turno tarde/noite e a sensação que o dia não vai passar nunca é grande. Então no começo da noite ela falou comigo sobre ter entrado em trabalho de parto e apesar de saber que pode levar horas, também pode ser muito rápido. Cada parto é de um jeito, ninguém pode prever nada!

Sei que no fim das contas fui pra casa e fiquei esperando eles me chamarem. De madrugada fui pra lá e quando cheguei conheci a Marina (E o Paulo também) assim, exatamente como ela tá na primeira foto. Daí por diante foi só torcer pra tudo dar certo e  clicar. Gente, que pessoa querida! Aliás que família da energia boa!

Ah, a evolução acabou indo pra uma cesárea e eu tava só um pouco nervosa porque os nascimentos que eu tinha feito antes tinham sido todos normais. A cesárea é rápida, o cuidado de se estar numa sala de cirurgia é outro, além de ser uma cirurgia e você ter que estar firme e tranquila.

Mas falando sobre os nascimentos como um todo, é a coisa mais bacana de se fotografar e ao mesmo tempo mais difícil, mais delicada, pois é um situação de saúde e a foto não é prioridade. A gente vai se arranjando alí como pode, com a luz que tem, com o espaço que dá e pronto. Não que nos outros eventos eu também não aja assim e me intrometo o mínimo possível. Mas aqui a possibilidade de intromissão, de pedidos, de carregar muito equipamento, de ajuste de luz com outros aparatos é minima! Então, se vira!

No fim das contas deu tudo certo! Joaquim nasceu saudável, foi tudo bem na cirurgia, e já tá com um pouco mais que um ano. Acabei conhecendo a família toda depois registrando o aniversário da avó de Marina. E é todo mundo igual, todo mundo bacana, todo mundo simpático, me senti em casa. (Sou atrasada nas postagens né?!) Ah, só pra constar, minha memória anda fraca então não vou lembrar nesse momento do nome da médica com quem tive pouco contato, mas ela foi tão querida, tão querida…um amor! Trabalhar com a tranquilidade dos profissionais ao redor faz toda diferença.

Enfim…que Joaquim continue crescendo com muita saúde e que essa família continue espalhando muito amor e alegria ao redor.

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